Reza a lenda que nascemos para sermos felizes.
Acordei ofegante e preocupado, com a dicotomia paralisante de uma existência sem sentido...
Pela primeira vez reflecti seriamente sobre a vida, nunca ninguém me tinha perguntado se era feliz, perguntam-me pelo trabalho, se já casei, se tenho filhos, mas será que isso é o mais importante, é essa a verdadeira felicidade? A imaginação é parente do infinito e a felicidade não é um destino, mas sim um caminho, ela é composta de pequenos prazeres e o verdadeiramente importante não são as coisas materiais mas sim as pessoas, mas por outro lado não será legítimo ser altruísta e ter ambições?. Se as coisas são intangíveis, não é motivo para não as querer? Que tristes os caminhos se não fosse a presença mágica das estrelas...
O sentido da vida é perceber que ela não tem sentido e por isso precisamos de nos reinventar e fazer a diferença, encontrar sentido em algo que intrinsecamente não o tem. Desvendar os recônditos abismos do nosso entardecer solitário, inspirar os outros, saber povoar a nossa solidão, no fundo só nos esquecemos do tempo quando o utilizamos e talvez seja esse o segredo, utilizar o pouco tempo que temos para nos tornar-mos imortais, para não sermos esquecidos. O universo conspira em nosso favor e as lendas não morrem... #bomcaminho
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Bom Caminho. Valença - Santiago de Compostela.
Na ânsia de perceber melhor a nossa condição humana e de entrar em contacto com a linguagem do universo e com a espiritualidade latente d...
-
É fundamental saber quando chegamos ao fim de uma etapa, um dos maiores erros que podemos cometer é tentar ignorar os sinais evidentes de q...
-
Na ânsia de perceber melhor a nossa condição humana e de entrar em contacto com a linguagem do universo e com a espiritualidade latente d...

Sem comentários:
Enviar um comentário